segunda-feira, 29 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Manda parar o tempo!
Na sequência deste post, na tentativa de me encaixar nele, repetindo-o para mim vezes sem conta...
Sim, eu
trouxe a esperança, e a coragem, e a inocência, e a vontade… mas depressa a realidade
as tomou. A mesma realidade que, todos os dias, mas devolve. Mas que me deixa
exausta.
Porque não
há inércia que a vontade não vença. Porque não há solidão que a esperança não
cure. Porque não há-de ser o medo de falhar que me rouba a inocência, e volto a
tentar, e sei que valeu a pena.
E a coragem
fica, para explicar aos que não entendem, que nem é o camarão, o sol ou as viagens
que pagam o privilégio de cair todos os dias, rendida à brutal realidade, e se refazer,
repor o brilho no olhar. Que são antes os sorrisos, cúmplices, e as estrelas, e as
dificuldades superadas que contam o que por aqui se passa. E que só sabem
alguns.
Aquilo que,
sem darmos conta, nos faz passar do “ainda falta…” para o “já só falta…”. E eu,
que ainda agora pensava que não era forte como os “outros”, afinal estava enganada. Porque
eu tinha a segurança de um fim à vista, mas que agora se está a aproximar rápido demais. Porque
primeiro se estranha, depois se entranha, mesmo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
