Na sequência deste post, na tentativa de me encaixar nele, repetindo-o para mim vezes sem conta...
Sim, eu
trouxe a esperança, e a coragem, e a inocência, e a vontade… mas depressa a realidade
as tomou. A mesma realidade que, todos os dias, mas devolve. Mas que me deixa
exausta.
Porque não
há inércia que a vontade não vença. Porque não há solidão que a esperança não
cure. Porque não há-de ser o medo de falhar que me rouba a inocência, e volto a
tentar, e sei que valeu a pena.
E a coragem
fica, para explicar aos que não entendem, que nem é o camarão, o sol ou as viagens
que pagam o privilégio de cair todos os dias, rendida à brutal realidade, e se refazer,
repor o brilho no olhar. Que são antes os sorrisos, cúmplices, e as estrelas, e as
dificuldades superadas que contam o que por aqui se passa. E que só sabem
alguns.
Aquilo que,
sem darmos conta, nos faz passar do “ainda falta…” para o “já só falta…”. E eu,
que ainda agora pensava que não era forte como os “outros”, afinal estava enganada. Porque
eu tinha a segurança de um fim à vista, mas que agora se está a aproximar rápido demais. Porque
primeiro se estranha, depois se entranha, mesmo.
4 comentários:
Linda e doce guerreira!!!!!!!
Gostei de saber como enriqueceste. Abracinho apertado
Eu acho que tu não tens noção do teu tamanho. Estou muito grata por te ter, também a ti, no meu caminho.
(E estou a lutar por me pôr boa para o fim-de-semana!)
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Lindo!
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E fico a aguardar mais, de um certo fim-de-semana recente... :-)
Beijos!
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Olá, Inês
De vez em quando venho ver o teu blog, porque é uma delícia e uma caixinha de surpresas.
Só alguém especial tem esta entrega a uma causa tão nobre.
Um grande beijo.
Miguel Raposo
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